"Para liderar, é preciso servir."
- Lição aprendida com Jesus.
Jesus Cristo
nos deu a maior lição de liderança já feita. Com toda sua Grandeza e Glória,
foi humilde o suficiente para lavar os pés dos seus apóstolos. Naquele momento,
todos os 12 apóstolos ficaram sem jeito por estarem vendo o Mestre lavando os
seus pés. Contudo, aprenderam uma grande lição. É servindo o próximo que
conseguimos liderá-los.
Um líder
motivador não é somente aquele que fala bonito, tanto que nos faz arrepiar. Mas
aquele que se preocupa tanto com os nossos interesses que queremos servi-lo
sempre. Portanto, quando você liderar uma equipe não espere ser inspirador apenas,
mas servir aos seus liderados, pois esta é a única forma de eles marcharem
junto a você.
Quando
Aeschines discursou, todos admiraram: “Como ele fala bonito.” Ao contrário,
quando Demóstenes discursou para a multidão, todos gritaram: “Vamos marchar
contra Felipe!” Como nos ensina David Ogilvy, o papa da propaganda, deseje ser
como Demóstenes. Ogilvy escreveu que “os homens medíocres reconhecem o gênio,
ressentem-se dele, e sentem-se compelidos a destruí-lo. Existem poucos gênios
(...). Mas precisamos de todos os que pudermos encontrar. Quase sem exceção,
eles são desagradáveis. Não os destruam. Eles põem ovos de ouro”. Tenho
observado que a maioria dos líderes tem medo dos gênios, pois se sentem
ameaçados por eles. Ao contrário, o grande líder deve contratar sempre pessoas
melhores do que ele. Não há outra forma de construir excelência em vendas sem
craques em negociação. Líderes medíocres costumam ser medrosos.
Houve uma
empresa que resolveu fazer um teste com os seus funcionários. Colocou cinco
deles num barco para descer pela correnteza e os analisadores ficaram
observando o que eles faziam. Não demorou muito, um dos cinco que estavam no
barco tomou a frente e começou a guiar os outros, ordenando o que fazer e como
fazer. Os observadores logo notaram que aquele era o líder. Ao fim, retiraram o
líder e fizeram o processo novamente com os outros quatro funcionários que
restaram. Após algum tempo, um dos quatro tomou a frente e começou a direcionar
os outros. Dando as coordenadas e dizendo como eles deveriam se organizar. Os
observadores notaram que aquele era o novo líder. E assim fez outras vezes,
vendo que sempre que retirava um líder surgia outro. A conclusão que todos nós
somos líderes. Como nos conta Max Gueringuer, quando a situação aperta sempre descobrimos
em nós mesmos potencial de liderança, mas o primeiro a agir como líder daqueles
cinco seria de fato o gerente. Por isso, não espere que outro se declare o
líder. Se apresente sempre como gerente. Aja feito um e logo irão te
reconhecer. Afinal, líder não é imposto. Isso é chefe. Líder é escolhido.
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